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Territórios da Exceção

A força policial brasileira é a que mais mata no mundo, e o índice de letalidade policial vem crescendo nos últimos meses. A agência autonoma está empreendendo uma série de investigações sobre casos de violência policial nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Legitimadas pelo discurso da “guerra as drogas”, operações policiais-militares causam impactos severos no cotidiano de territórios periféricas, alterando dinâmicas sócio-espaciais  – trabalho, educação e saúde – de tal modo que impedem o acesso pleno ao direito à cidade 

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A construção de Itaipu nos anos 1970 levou à graves conflitos fundiários no oeste do Paraná, impactando sobremaneira as comunidades Avá-Guarani que habitam este território desde tempos imemoriais. Vários tekoha guarani foram forçosamente removidos devido às pressões de órgãos de estado para liberar estas terras para o reservatório da usina. Esta investigação analisa vários documentos entre relatórios, ofícios, notícias, testemunhos, imagens e mapas sobre o tekoha Oco’y-Jakutinga. Observados em conjunto, este acervo documental forma um corpo irrefutável de evidências sobre as violências que marcaram o processo de desterramento destas comunidades.

Atlas do Desterro 

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Memória da Terra

Em 1966, após serem submetidos a uma violenta campanha de esbulhos e deslocamentos compulsórios, os Xavante de Marãiwatsédé foram transferidos de sua terra ancestral para uma região a mais de 400km de distância, em uma operação comandada pela Força Aérea Brasileira (FAB), sob mando da ditadura civil-militar. Esta investigação é uma contribuição para a construção da memória desses acontecimentos, bem como para a construção da memória do território originário dos A’uwe-Xavante. Apresenta uma série de evidências arqueológicas que testemunham sobre a ancestralidade da ocupação indígena.

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Auto-Demarcação

A terra indígena Xavante de Marãiwatsédé foi reconhecida pela FUNAI em 1992, mas logo depois foi criminalmente invadida por colonos, o que preveniu que as comunidades xavante originárias deste território retornassem as suas terras até 2013, quando a desintrusão foi finalmente realizada. Diferente de outras T.I.s reconhecidas pela FUNAI, até recentemente não haviam placas sinalizando a demarcação de Marãiwatsédé e atestando a posse xavante deste território. Em parceria com a ong OPAN, autonoma realizou uma série de workshops de monitoramento territorial e design gráfico com jovens e adultos da comunidade de Marãiwatsédé para a confecção de placas de demarcação de seu território.

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Expulsión

La implementación de proyectos de mega-minería en la Amazonía ecuatoriana se ha caracterizado por violaciones sistemáticas a los derechos humanos y ambientales de las comunidades indígenas y campesinas que viven en estos territorios, incluyendo despojos brutales. Las operaciones mineras también provocan la destrucción de sitios arqueológicos indígenas y daños ambientales a gran escala. Este estudio investiga la relación entre estos procesos – desalojos, destrucción ecológica y arqueológica – en el contexto del mega proyecto minero Mirador en la Cordillera del Cóndor, en el sur de la Amazonía ecuatoriana.

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Documental.xyz

Documental.xyz é uma plataforma desenvolvida para narrativas baseadas em mídia, dados e mapas. Buscamos hospedar e potencializar ativistas e produtores de mídia para comunicar histórias de maneira socialmente significativa e com impacto público, promovendo a conscientização e o engajamento cívico por justiça social. Colaboramos com movimentos sociais, organizações da sociedade civil e agências de mídia independente.

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Scorched-Earth

Between 1960 and 1996, Guatemala was consumed by conflict between an increasingly militarised state and a widespread rural insurgency. According to the final report of Guatemala’s Historical Clarification Commission, over 200,000 people were killed or disappeared during more than three decades of violence. The CEH attributed 97% of the human rights violations it documented to state forces. Commissioned by the ngo Centro para la Acción Legal en Derechos Humanos (CALDH), this research investigates the political and environmental violence that was inflicted against the indigenous Ixil people by state forces during the conflict.