quem somos

autonoma é uma agência multidisciplinar que trabalha na intersecção entre espaço, mídia e direitos, operacionalizando as ferramentas do design como instrumentos aplicados por justiça e reparação sócio-espacial e ambiental. estamos baseados na Faculdade de Arquitetura & Urbanismo da Universidade de Brasília, e contamos com a colaboração de pesquisadores e ativistas de diversos campos e práticas, dentro e fora do âmbito acadêmico.

o que fazemos

 

atuamos no campo dos direitos humanos, urbanos, ambientais e territoriais, oferecendo capacidade analítica e tecnológica na elaboração de narrativas e estratégias de advocacia pública. através de novas ferramentas de informação espacial – sistemas sig, cartografias de dados, inteligência open source, sensoriamento remoto, modelagem e arquitetura forense – investigamos casos de violência e violação de direitos de comunidades vulnerabilizadas, buscando operacionalizar a “tool-box” do design no campo da justiça sócio-espacial. também atuamos em questões de conflito fundiário e design participativo no campo do direito à cidade, mobilizando o que chamamos de “arquitetura-como-advocacia” através de consultorias, oficinas, projetos e workshops.

 
 

equipe

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Paulo Tavares, coordenador

arquiteto e urbanista, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, doutor pela Universidade de Londres. Trabalhou em diversos casos de direitos humanos com diferentes agências nacionais e internacionais.  É colaborador do coletivo Forensic Architecture e autor dos livros Selva Jurídica (2014) e Memória da Terra (2020). Tavares foi co-curador da Bienal de Arquitetura de Chicago 2019.

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Ana Altberg, pesquisa & designer senior

arquiteta e urbanista, mestranda pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Colaborou em diversas iniciativas culturais nacionais e internacionais, como a Bienal de Arquitetura de Bordeaux (2010), e trabalhou na coordenação de pesquisa, educação e ação social do Instituto Moreira Salles. Altberg integra o grupo de pesquisa ENTRE e é co-organizadora do livro 8 Reações para o Depois (2019).

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Bruno M. Morais, assessoria jurídica & pesquisa

advogado e mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP)  É autor de "Do Corpo ao Pó: crônicas da territorialidade kaiowá e guarani nas adjacências da morte", obra vencedora do prêmio ANPOCS . Seus projetos de pesquisa tratam dos impactos do mercado transnacional de commodities sobre a Amazônia. Como advogado e antropólogo, trabalha assessorando organizações e lideranças indígenas e de povos e comunidades tradicionais, além de organizações da sociedade civil em matéria socioambiental.

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César Jordão, designer

modelagem e motion graphics

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Talita Maboni, arquiteta

pesquisa & cartografia

rede de colaboradores

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Fernanda Bruno

diretora do MediaLab.UFRJ, 

investiga intersecções entre tecnologias da informação, vigilância e subjetividade

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Magno Silvestri

geógrafo, professor da Universidade Federal do Mato Grosso, trabalha com conflitos territoriais, ecologia política e pedagogia crítica em geografia

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Adriano Belisário,

diretor da Escola de Dados

jornalismo de dados, OSINT, jornalismo investigativo

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Domingos Tsereõmorãté Hö’awari

cacique aldeia Tsemãrã, T.I. Marãiwatédé, trabalha com monitoramento territorial e ambiental

parceiros

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com quem já trabalhamos

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